"E na terra aonde forem levados em cativeiro tornarem em si e se converterem e na terra do seu cativeiro te suplicarem dizendo Pecamos e perversamente obramos e cometemos iniquidade"
Textus Receptus
"se na terra para onde foram levados cativos, eles tornarem em si, e se arrependerem, e fizerem súplica a ti na terra daqueles que os levaram cativos, dizendo: Temos pecado, e temos agido perversamente, temos cometido iniquidade; "
O versículo descreve o reconhecimento sincero do pecado e o arrependimento profundo como condições para a restauração do povo de Deus após o juízo.
Explicação Histórica
A expressão 'tornarem em si' refere-se a um processo de reflexão espiritual e despertamento da consciência (teshubah). Os termos 'pecamos', 'perversamente obramos' e 'cometemos iniquidade' compõem uma tríade de confissão que cobre todas as dimensões da transgressão humana: o erro, a intenção maligna e a desobediência deliberada à lei divina.
Interpretação Doutrinária
A doutrina da CCB enfatiza que a reconciliação com Deus depende da confissão genuína e do arrependimento acompanhado de mudança de vida, conforme o ensino pentecostal clássico sobre a santificação e a necessidade constante de buscar a face do Senhor.
Aplicação Prática
O fiel deve cultivar uma vida de exame de consciência constante, confessando seus erros a Deus sem reservas, pois o arrependimento sincero é a via pela qual o Senhor restaura o pecador e renova a comunhão.
Precauções de Leitura
Não se deve interpretar o arrependimento como um simples ritual de palavras, mas como uma mudança de disposição interna; evita-se também o erro de isolar o texto para justificar o pecado, ignorando a responsabilidade de abandonar as obras iníquas.