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Velho Testamento

Novo Testamento


Sobre os montes altos e levantados pões a tua cama; e a eles sobes para oferecer sacrifícios.
Então abriu-lhes o entendimento para compreenderem as Escrituras.

|Isaías 57:7|

|Lucas 24:45|

E dos cantos de todo o povo se apresentaram de todas as tribos de Israel na congregação do povo de Deus quatrocentos mil homens de pé que arrancavam a espada.
Mas, se alguém quiser ser contencioso, nós não temos tal costume, nem as igrejas de Deus.

|Juízes 20:2|

|1 Aos Coríntios 11:16|

Também levantarei as minhas mãos para os teus mandamentos, que amo, e meditarei nos teus estatutos.
Armando-lhe ciladas, a fim de apanharem da sua boca alguma coisa para o acusarem.

|Salmos 119:48|

|Lucas 11:54|






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  • Índice / Títulos
  • Estudo do Livro

1.1 -

A genealogia de Jesus Cristo (Luc.3.23-38)

1.18 -

O nascimento de Jesus Cristo

2.1 -

Os magos do Oriente

2.13 -

A fugida para o Egito; a matança dos inocentes.

2.19 -

A volta do Egito.

3.1 -

João Batista (Mar.1.1-8;Luc.3.1-18.-João 1.6-8,19-36)

3.13 -

O batismo de Jesus (Mar. 1. 9-11. Luc. 3. 21,22. João 1. 32-34).

4.1 -

A tentação de Jesus (Mar.1.12,13.Luc.4.1-13)

4.12 -

Jesus em Galiléia; os primeiros discípulos (Mar. 1. 14;etc. Luc. 4. 14,etc;5. 1-11).

5.1 -

O sermão da montanha. As beatitudes (Luc.6.20-29)

5.13 -

Os discípulos são o sal da terra e a luz do mundo.

5.17 -

O cumprimento da lei e dos profetas.

6.1 -

Continuação do sermão da montanha. Esmolas, Oração, Jejum

6.19 -

O tesouro no ceú. O olho puro. Os dois senhores. A ansiosa solicitude pela nossa vida.

7.1 -

Continuação do sermão da montanha. O juízo temerário. As coisas santas não deis aos cães. Perseverança na oração. A porta estreita. Os falsos profetas. Devemos ouvir e cumprir as palavras de Jesus

8.1 -

O leproso purificado (Mar.1.40-45.Luc.5.12-14)

8.5 -

O centurião de Capernaum (Luc. 7. 1-10).

8.14 -

A sogra de Pedro (Mar. 1. 29-31. Luc. 4. 38-41).

8.18 -

Como devemos seguir a Jesus (Luc. 9. 57,etc. ).

8.23 -

Jesus apazigua a tempestade (Mar. 4. 35-41. Luc. 8. 22-25).

8.28 -

Os endemoninhados gergesenos (Mar. 5. 1. Luc. 8. 26,etc. ).

9.1 -

O paralítico de Capernaum (Mar.2.3-12.Luc.5.18-36)

9.9 -

A vocação de Mateus (Mar. 2. 14-17. Luc. 5. 27-32).

9.14 -

O jejum (Mar. 2. 18-22Luc. 5. 33,etc. ).

9.18 -

A cura da mulher que tinha um fluxo de sangue (Mar. 5. 22-43 e refs. ).

9.27 -

A cura de dois cegos e um mudo.

9.35 -

A seara e os ceifeiros.

10.1 -

Os doze e a sua missão

11.1 -

João Batista envia dois discípulos seus a Jesus (Luc.7.18-35)

11.20 -

As três cidades impenitentes (Luc. 10. 13-15,etc. ).

11.25 -

O jugo de Jesus (Luc. 10. 21,etc. ).

12.1 -

Jesus é Senhor do Sábado (Mar.2.23-28.Luc.6.1)

12.9 -

A cura do homem que tinha uma das mãos mirrada (Mar. 3. 1-6. Luc. 6. 6-11).

12.22 -

A blasfêmia dos fariseus (Luc. 11. 14-23).

12.33 -

Árvore e seus frutos (Luc. 6. 43-45).

12.38 -

O milagre de Jonas (Luc. 11. 16,19-32).

12.46 -

A família de Jesus (Mar. 3. 31-35. Luc. 8. 19-21).

13.1 -

A parábola do semeador (Mar.4.1-20 Luc.8.4-15)

13.24 -

A parábola do trigo e do joio.

13.31 -

As parábolas do grão de mostarda e do fermento (Mar. 4. 30-34. Luc. 13. 18-21).

13.36 -

Explicação da parábola do joio.

13.44 -

Parábolas, do tesouro escondido, da pérola e da rede.

14.1 -

A morte de João Batista (Mar.6.14-29.Luc.3.19-20;9.7-9)

14.13 -

A primeira multiplicação dos pães (Mar. 6. 30-34. Luc. 9. 10-17. Joao 6. 1-14).

14.22 -

Jesus anda por cima do mar (Mar. 6. 45-46. João 6. 15-21).

15.1 -

A tradição dos anciãos (Mar.7.1-23)

15.21 -

A mulher cananéia (Mar. 7. 24-30).

15.29 -

A segunda multiplicação dos pães (Mar. 8. 1-10).

16.1 -

O fermento dos fariseus (Mar.8.11-12)

16.13 -

A confissão de Pedro (Mar. 8. 27-33. Luc. 9. 18-22. João 6. 66-69).

16.24 -

Os discípulos de Jesus devem levar as suas cruzes (Mar. 8. 34-9. 1. Luc. 9. 23-27).

17.1 -

A transfiguração (Mar.9.1-13.Luc.9.28-36)

17.14 -

A cura dum lunático (Mar. 9. 13-32. Luc. 9. 37-45).

17.24 -

Jesus paga o tributo.

18.1 -

O maior no reino dos céus (Mar.9.32-37.Luc.9.46-48)

18.15 -

O perdão do pecado dum irmão

18.23 -

A parábola do credor incompassivo.

19.1 -

Acerca do divórcio (Mar.10.1-12)

19.13 -

Jesus abençoa os meninos (Mar. 10. 13-16. Luc. 18. 15-17).

19.16 -

O mancebo rico (Mar. 10. 17-31. Luc. 18. 18-30).

20.1 -

A parábola dos trabalhadores e das diversas horas de trabalho

20.17 -

O pedido dos filhos de Zebedeu (Mar. 10. 32-45. Luc. 18. 31-34).

20.29 -

Os dois cegos de Jericó (Mar. 10. 46-52. Luc. 18. 35-43).

21.1 -

A entrada triunfal de Jesus em Jerusalém (Mar.11.1-10.Luc.19.29-38)

21.12 -

A purificação do templo (Mar. 11. 15-18. Luc. 19. 45-48).

21.18 -

A figueira seca (Mar. 11. 12-14 e 19-24).

21.23 -

O batismo de João (Mar. 11. 27-33 Luc. 20. 1-8).

21.28 -

A parábola dos dois filhos.

21.33 -

A parábola dos lavradores maus (Mar. 12. 1-12. Luc. 20. 9-18).

22.1 -

A parábola das bodas (Luc.14.16-24)

22.15 -

A questão do tributo (Mar. 12. 13-17. Luc. 20. 20-26).

22.34 -

O grande mandamento (Mar. 12. 28-34. Luc. 10. 25-27).

22.41 -

Cristo Filho de Davi (Mar. 12. 35-37. Luc. 20. 41-44).

23.1 -

Jesus censura os escribas e os fariseus

24.1 -

O sermão profético; O princípio de dores (Mar.13.1.Luc.21.5-36)

24.15 -

O sermão continua. A grande tribulação.

24.29 -

O sermão continua: A vinda do Filho do homem.

24.36 -

O sermão continua: Exortação à vigilância.

24.45 -

O sermão continua: A parábola dos dois servos.

25.1 -

O sermão profético continua: A parábola das dez virgens

25.14 -

O sermão continua: A parábola dos dez talentos (Luc. 19. 11-27).

25.31 -

O fim do sermão profético: A vida eterna e o castigo eterno.

26.1 -

A consulta dos sacerdotes e dos escribas (Mar.14.1,2.Luc.22.1,2.)

26.6 -

O jantar em Betânia (Mar. 14. 3-9. João 11. 1-8. ).

26.14 -

O preço da traição (Mar. 14. 10,11. Luc. 22. 3-6. ).

26.17 -

A última páscoa, a santa ceia (Mar. 12. 14-26. Luc. 22. 7-23. ICor. 11. 23-29).

26.31 -

Pedro é avisado (Mar. 14. 27-31. Luc. 22. 31. João 13. 36-38. ).

26.36 -

Jesus em Getsêmani (Mar. 14. 32-42. Luc. 22. 39-46. João 18. 1. ).

26.47 -

Jesus é preso (Mar. 14. 43-50. Luc. 22. 47-53. João 18. 2-11. ).

26.57 -

Jesus perante o sinédrio (Mar. 14. 53-65. Luc. 22. 63-71. João 18. 12-27. ).

26.69 -

Pedro nega a Jesus (Mar. 14. 66-72. Luc. 22. 54-62. João 18. 15-18).

27.1 -

O suicídio de Judas (Atos 1.16-19.)

27.11 -

Jesus perante Pilatos (Mar. 15. 1-20. Luc. 23. 1-25. João 18. 26-28;19. 1-16. ).

27.32 -

A crucificação (Mar. 15. 21-24. Luc. 23. 26-49. João 19. 17-37. ).

27.57 -

A sepultura de Jesus (Mar. 15. 42-47. Luc. 23. 50-57. João 19. 38-42. ).

28.1 -

A ressurreição (Mar.16.1-8.Luc.24.1-12.João.20.1-18.)

28.11 -

A mentira dos judeus.

28.16 -

Jesus aparece aos seus discípulos em Galiléia.
Preparando estudo

Introdução
O Evangelho de Mateus é o primeiro livro do Novo Testamento, servindo como uma ponte crucial entre a Antiga e a Nova Aliança. Ele apresenta Jesus Cristo como o Messias prometido, o Rei de Israel, que cumpre as profecias do Antigo Testamento. Seu propósito principal é demonstrar que Jesus é o Filho de Deus, o Salvador aguardado, e que o Reino dos Céus se manifestou em Sua pessoa e ministério. A mensagem central do livro é a vinda do Reino e os ensinamentos de Jesus sobre como Seus seguidores devem viver para serem cidadãos dignos desse Reino, culminando em Sua morte, ressurreição e a Grande Comissão para evangelizar todas as nações.

Contexto histórico e cultural
O Evangelho de Mateus foi escrito num período de intenso fervor religioso e político na Judeia, sob o domínio romano. Os judeus viviam sob a opressão imperial e a expectativa messiânica era muito forte, com muitos esperando um libertador político que restauraria a glória de Israel. O contexto religioso era dominado por diferentes grupos judaicos, como fariseus, saduceus e essênios, cada um com suas próprias interpretações da Lei e das profecias. A sinagoga era o centro da vida comunitária e da instrução religiosa. Mateus, escrevendo para judeus, utiliza uma linguagem e referências que ressoariam com essa cultura, destacando como Jesus se encaixa e transcende as expectativas e a Lei mosaica, estabelecendo uma nova aliança e um novo padrão de justiça para o Reino.

Estrutura e Temas
O Evangelho de Mateus é notavelmente estruturado em torno de cinco grandes blocos de ensinamentos de Jesus, intercalados com narrativas de Sua vida e ministério. Essa organização é comparada à estrutura do Pentateuco, reforçando a imagem de Jesus como um novo Moisés. Os temas dominantes incluem: Jesus como o Messias e Rei, o Reino dos Céus (expressão preferida de Mateus para 'Reino de Deus'), o cumprimento das Escrituras do Antigo Testamento, a interpretação e a aplicação da Lei (Jesus veio cumprir e não revogar), a natureza da justiça do Reino, o discipulado, a missão da Igreja e a escatologia (os últimos tempos). O livro culmina na paixão, morte e ressurreição de Jesus, e na Grande Comissão, que estabelece o plano divino para a evangelização mundial.

Interpretação e Aplicação
Sob a ótica pentecostal clássica da Congregação Cristã no Brasil, o Evangelho de Mateus é compreendido como a revelação inspirada da Palavra de Deus que apresenta a centralidade de Cristo como o Messias, Rei e Salvador. A vida, os ensinamentos e os milagres de Jesus atestam Sua divindade e autoridade, confirmando a atualidade da ação de Deus na história. O Sermão do Monte (caps. 5-7) é visto como a magna carta do discipulado, estabelecendo os princípios éticos e espirituais para a vida no Reino, que demanda uma busca constante pela santificação, pureza e justiça. A promessa de Jesus de edificar Sua Igreja (16:18) e a Grande Comissão (28:18-20) são mandamentos diretos para a evangelização e o discipulado, destacando a importância da propagação do Evangelho em todo o mundo. A promessa da presença contínua de Cristo (28:20) fortalece a fé na atuação do Espírito Santo que capacita os crentes para viverem uma vida de obediência, testemunho e serviço, aguardando com esperança a Sua segunda vinda.

Autorias, datas e destinatários
A autoria do Evangelho de Mateus é tradicionalmente atribuída a Mateus, também conhecido como Levi, um dos doze apóstolos de Jesus e ex-cobrador de impostos (Mateus 9:9). Ele teria escrito este evangelho para uma audiência predominantemente judaica, conforme evidenciado pela sua forte ênfase no cumprimento das profecias do Antigo Testamento e pela apresentação de Jesus como o Messias de Israel. A data de sua composição é geralmente aceita como sendo na década de 60 d.C., antes da destruição do Templo de Jerusalém em 70 d.C., embora algumas datações variem.

Curiosidades
Mateus é o evangelho que mais cita o Antigo Testamento, com mais de 60 referências diretas ou alusões, frequentemente usando a fórmula 'para que se cumprisse o que fora dito pelo Senhor por intermédio do profeta'.
A frase 'Reino dos Céus' (βασιλεία τῶν οὐρανῶν) aparece 32 vezes em Mateus e em nenhum outro lugar no Novo Testamento, uma escolha provável para respeitar a sensibilidade judaica de não usar o nome divino.
É o único evangelho que menciona explicitamente a palavra 'igreja' (ἐκκλησία), em Mateus 16:18 e 18:17, indicando a instituição que Jesus edificaria.
O Evangelho de Mateus começa com a menção de 'Emanuel' (Deus conosco) e termina com a promessa de Jesus: 'eu estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos', reiterando a presença constante de Deus.
Os magos, frequentemente retratados como 'três reis' no folclore cristão, são mencionados em Mateus 2:1-12, mas o texto bíblico não especifica seu número, apenas os três tipos de presentes (ouro, incenso e mirra) que eles ofereceram.

Atenção! Este estudo está em fase de testes, e foi gerado através de uma análise profunda e cautelosa da doutrina e ensinamentos da CCB com auxílio de nossa inteligência artificial. Em caso de dúvidas nos envie um email e caso necessário confira as informações!




Temas de Hoje


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Estudos de Hoje


Salmos, capítulo 140
O salmista ora para que seja livre de inimigos potentes e injustos (Salmo de Davi para o cantor-mor)

O Salmo 140 é uma súplica individual de Davi a Deus, clamando por livramento diante de perseguidores violentos, traiçoeiros e perversos. O salmista descreve o caráter daqueles que planejam o mal, pedindo que o Senhor frustre os desígnios dos ímpios e faça justiça, reafirmando sua confiança total na proteção divina.

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Apocalipse, capítulo 3
Quinta carta, à igreja de Sardo

O capítulo 3 de Apocalipse encerra a série das sete cartas enviadas às igrejas da Ásia Menor, endereçadas a Sardes, Filadélfia e Laodiceia. Este capítulo destaca o estado espiritual dessas congregações, variando da mornidão e hipocrisia à fidelidade provada, servindo como uma advertência solene para a vigilância e a perseverança da Igreja até a volta de Cristo.

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