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E Ibar, e Elisua, e Nefegue, e Jafia,
Assim está também escrito: O primeiro homem, Adão, foi feito em alma vivente: o último Adão em espírito vivificante.

|2 Samuel 5:15|

|1 Aos Coríntios 15:45|

Todavia o homem que está em honra não permanece; antes é como os animais que perecem.
E se dissermos: Dos homens; todo o povo nos apedrejará, pois têm por certo que João era profeta.

|Salmos 49:12|

|Lucas 20:6|

E suas filhas, que estão no campo, serão mortas, à espada; e saberão que eu sou o Senhor.
Jesus lhe respondeu: Eu falei abertamente ao mundo; eu sempre ensinei na sinagoga e no templo, onde todos os judeus se ajuntam, e nada disse em oculto.

|Ezequiel 26:6|

|João 18:20|






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  • Índice / Títulos
  • Estudo do Livro

1.1 -

Prefácio

1.5 -

Anúncio do nascimento de João.

1.26 -

Anúncio do nascimento de Jesus.

1.39 -

Maria visita Isabel.

1.46 -

O cântico de Maria.

1.57 -

O nascimento de João Batista.

1.67 -

O cântico de Zacarias.

2.1 -

O nascimento de Jesus

2.8 -

Os pastores de Belém.

2.21 -

A circuncisão e apresentação de Jesus.

2.25 -

Simeão e Ana.

2.39 -

O menino Jesus no meio dos doutores.

3.1 -

A pregação de João Batista (Mat.3.1-12.)

3.21 -

O batismo de Jesus (Mar. 3. 13-17. João 1. 32. ).

3.23 -

Geneologia de Jesus.

4.1 -

A tentação de Jesus (Mat.1.4-11.)

4.14 -

Jesus é expulso de Nazaré.

4.33 -

Cura de um endemoninhado (Mar. 1. 23-28. ).

4.37 -

A cura da sogra de Pedro (Mat. 8. 14-17 e refs. ).

5.1 -

A pesca maravilhosa: os primeiros discípulos

5.12 -

Cura dum leproso (Mat. 8. 1-4 e refs. ).

5.17 -

Cura dum paralítico (Mat. 9. 1-8 e refs. ).

5.27 -

A vocação de Levi (Mat. 9. 9-13 e refs. ).

5.33 -

Acerca do jejum (Mat. 9. 14-17 e refs. ).

6.1 -

Jesus é Senhor do sábado (Mat.12.1-8 e refs.)

6.6 -

Cura dum homem que tinha uma das mãos mirrada (Mat. 12. 9-14 e refs. ).

6.12 -

Eleição dos doze (Mat. 10. 1-4 e refs. ).

6.17 -

O sermão da montanha (Mat. Caps. 5,6,7).

7.1 -

O centurião de Cafarnaum (Mat.8.5-13 e refs.)

7.11 -

O filho da viúva de Naim.

7.18 -

João envia dois discípulos seus a Jesus (Mat. 11. 1-19 e refs. ).

7.36 -

A pecadora que ungiu os pés de Jesus.

8.1 -

As mulheres que serviam a Jesus com os seus bens

8.4 -

A parábola do semeador (Mat. 13. 1-23 e refs. ).

8.16 -

A parábola da candeia (Mar. 4. 21-25 e refs).

8.19 -

A família de Jesus (Mat. 12. 46. 50 e refs. ).

8.22 -

Jesus apazigua uma tempestade (Mat. 8. 25-27 e refs. ).

8.26 -

O endemoninhado gadareno (Mat. 8. 28-34 e refs. ).

8.40 -

A filha de Jairo; a mulher que tinha um fluxo de sangue (Mar. 5. 21-43 e refs. ).

9.1 -

A missão aos doze (Mat.10.5,etc.)

9.7 -

Herodes o tetrarca e João Batista (Mat. 14. 1,etc. ).

9.10 -

A primeira multiplicação dos pães (Mat. 14. 13-21 e refs. ).

9.18 -

A confissão de pedro (Mat. 16. 13,etc. ).

9.23 -

Cada um deve levar a sua cruz (Mat. 16. 24-28 e refs. ).

9.28 -

A transfiguração (Mat. 17. 1-13 e refs. ).

9.37 -

Cura dum jovem lunático (Mat. 17. 14-21 e refs. ).

9.46 -

O maior no reino dos céus (Mat. 18. 1,etc. E refs. ).

9.49 -

Quem não é contra nós é por nós (Mar. 9. 38 40. ).

9.51 -

Os samaritanos não recebem a Jesus.

9.57 -

Acerca dos que seguem a Jesus (Mat. 8. 19-22. ).

10.1 -

A missão dos setenta discípulos

10.25 -

A parábola do bom samaritano.

10.38 -

Marta e Maria.

11.1 -

A oração dominical (Mat.6.9-15 e refs.)

11.5 -

Parábola do amigo importuno.

11.14 -

A blasfêmia dos fariseus (Mat. 12. 22-32 e refs. ).

11.29 -

O sinal do profeta Jonas (Mat. 12. 38-42 e refs. ).

11.33 -

A candeia do corpo.

11.37 -

Jesus censura os fariseus e os escribas (Mat. 23. 1,etc. E refs. ).

12.1 -

...

12.4 -

Não devemos temer os homens (Mat. 10. 28-33 e refs. ).

12.13 -

A parábola do rico insensato.

12.22 -

Solicitude pela nossa vida (Mat. 6. 25-34 e refs. ).

12.35 -

Parábola do servo vigilante (Mat. 24.45-51)

12.49 -

Jesus traz fogo e dissensão à terra.

12.54 -

Os sinais dos tempos.

13.1 -

A mortandade dos galileus e a queda da torre em Siloé

13.6 -

A parábola da figueira estéril.

13.10 -

Cura duma mulher paralítica.

13.18 -

Parábolas do grão de mostarda e do fermento (Mat. 13. 31-33 e refs. ).

13.22 -

A porta estreita.

13.31 -

Jesus é avisado do ódio de Herodes.

14.1 -

Cura dum hidrópico

14.7 -

Parábola dos primeiro assentos e dos convidados.

14.15 -

Parábola da grande ceia (Mat. 22. 1-14 e refs. ).

14.25 -

Parábola acerca da providência.

15.1 -

Parábolas, da ovelha e da dracma perdidas

15.11 -

Parábola do filho pródigo.

16.1 -

parábola do mordomo infiel

16.14 -

A autoridade da lei.

16.19 -

A parábola do rico e Lázaro.

17.1 -

Acerca dos escândalos, do perdão, do poder da fé e dos servos inúteis

17.11 -

Cura de dez leprosos.

17.20 -

A vinda súbita do reino de Deus.

18.1 -

A parábola do juiz iníquo

18.9 -

A parábola do fariseu e do publicano.

18.15 -

Jesus abençoa os meninos (Mat. 19. 13-15 e refs. ).

18.18 -

O mancebo de qualidade (Mat. 19. 16-30. ).

18.31 -

Jesus anuncia a sua paixão (Mat. 20. 17-19 e refs. ).

18.35 -

O cego de Jericó (Mat. 20. 29-34 e refs. ).

19.1 -

Zaqueu o publicano

19.11 -

Parábola dos dez servos e das dez minas (Mat. 25. 14-30. ).

19.28 -

A entrada triunfal de Jesus em Jerusalém (Mat. 21. 1-11 e refs. ).

19.45 -

A purificação do templo (Mat. 21. 12-17 2 refs. ).

20.1 -

O batismo de João (Mat.21.23-27 e refs.)

20.9 -

Parábola dos lavradores maus (Mat. 21. 33-46 e refs. ).

20.19 -

A questão do tributo (Mat. 22. 15-22 e refs. ).

20.27 -

Os saduceus e a ressurreição (Mat. 22. 23-33 e refs. ).

20.41 -

O Cristo Filho de Davi (Mat. 22. 41, etc. E refs. ).

20.45 -

Jesus censura os escribas (Mat. 23. 1,etc. E refs. ).

21.1 -

A pequena oferta da viúva pobre (Mar.12.41,etc.)

21.5 -

O sermão profético: o princípio das dores (Mat. 24. 1-14 e refs. ).

21.20 -

O sermão profético continua: a grande tribulação (Mat. 24. 15-18).

21.25 -

O sermão profético continua: a volta do Filho do homem (Mat. 24. 29-35).

21.34 -

O sermão profético continua: a vigilância (Mat. 24. 3-44. ).

21.37 -

O pacto da traição (Mat. 26. 1-5,14-16).

22.1 -

...

22.7 -

A última páscoa; a santa ceia (Mat. 26. 17-30 e refs. ).

22.24 -

O maior será como o menor (Mat. 20. 25-28 e refs. ).

22.31 -

Pedro é avisado (Mat. 26. 33-35 e refs. ).

22.35 -

As duas espadas.

22.39 -

Jesus em Getsêmani (Mat. 26. 36-46).

22.47 -

Jesus é preso (Mat. 26. 47-56 e refs. ).

22.54 -

Pedro nega a Jesus (Mat. 26. 69-75 e refs. ).

22.63 -

Jesus perante o Sinédrio (Mat. 26. 57-69 e refs. ).

23.1 -

Jesus perante Pilatos e perante Herodes (Mat.27.1,2,11-31 e refs.)

23.26 -

Jesus no caminho do Gólgota.

23.33 -

A crucificação (Mat. 27. 33-56 e refs. ).

23.49 -

A sepultura de Jesus (Mat. 27. 55. ).

24.1 -

A ressurreição (Mat.28.1-10 e refs.)

24.13 -

Dois discípulos no caminho de Emaús.

24.36 -

Jesus aparece aos discípulos (João 20.19, etc; e refs.)

24.50 -

A ascensão (Atos 1. 9-11).
Preparando estudo

Introdução
O Evangelho de Lucas é o terceiro livro do Novo Testamento e um dos quatro relatos canônicos da vida, ministério, morte e ressurreição de Jesus Cristo. Ele se destaca por sua narrativa detalhada e abrangente, apresentada de forma ordenada para proporcionar certeza sobre os ensinamentos cristãos. Lucas enfatiza a humanidade de Jesus, Sua compaixão pelos marginalizados, Sua preocupação com a universalidade da salvação para judeus e gentios, e o papel fundamental do Espírito Santo e da oração. É o mais longo dos Evangelhos e, juntamente com o livro de Atos, escrito pelo mesmo autor, forma uma obra contínua que narra a fundação da fé cristã e sua expansão inicial, servindo como uma ponte vital entre o Antigo Testamento e a era da Igreja.

Contexto histórico e cultural
O Evangelho de Lucas foi escrito em um período de grande tensão política e religiosa. Israel estava sob o domínio opressor do Império Romano, que impunha sua cultura helenística e autoridade, embora houvesse uma relativa 'Pax Romana' que facilitava a comunicação e o movimento. A sociedade judaica era marcada por diversas facções religiosas, como fariseus, saduceus e essênios, e uma forte expectativa messiânica, muitas vezes associada a um libertador político. Lucas, sendo um gentio, escreve em grego koiné refinado, tornando sua mensagem acessível a um público mais amplo. Seu relato se situa nesse caldeirão cultural e político, mostrando como Jesus interagia com diferentes estratos sociais, religiosos e étnicos, subvertendo expectativas e proclamando um Reino de Deus que transcende barreiras e abraça os marginalizados, incluindo mulheres, crianças e publicanos, elementos que não eram comumente valorizados na cultura da época.

Estrutura e Temas
O Evangelho de Lucas é organizado de forma metódica: inicia-se com um prefácio (1:1-4) que estabelece seu propósito. Segue-se a narrativa do nascimento e infância de João Batista e Jesus (1:5-2:52), rica em cânticos de louvor. A preparação para o ministério de Jesus é descrita com o batismo, genealogia e tentação (3:1-4:13). A seção principal detalha o ministério de Jesus na Galileia (4:14-9:50), com Seus ensinamentos e milagres. Uma porção significativa e única de Lucas é a 'Jornada para Jerusalém' (9:51-19:27), que contém muitas parábolas exclusivas (ex: O Bom Samaritano, O Filho Pródigo). O ministério final em Jerusalém (19:28-21:38) e os eventos da Paixão e Ressurreição (22:1-24:53) culminam a narrativa. Os temas dominantes incluem a **Universalidade da Salvação**, mostrando Jesus como Salvador de toda a humanidade; a **Piedade e Compaixão de Jesus**, especialmente para com os pobres, pecadores e marginalizados; a **Atuação do Espírito Santo**, que capacita Jesus e Seus seguidores; a **Importância da Oração**, com Jesus como modelo constante; a **Alegria e o Louvor** como marcas do Reino de Deus; e o **Chamado ao Discipulado** com arrependimento e fé.

Interpretação e Aplicação
Sob a ótica pentecostal clássica da Congregação Cristã no Brasil, o Evangelho de Lucas é reverenciado como a Palavra de Deus inspirada, harmoniosa e suficiente. Ele centraliza a pessoa e obra de Jesus Cristo como o Messias prometido, o Filho de Deus e o único Salvador. A mensagem de Lucas exalta a perfeita humanidade e divindade de Jesus, ensinando que Ele é o modelo de santidade, obediência e compaixão. A ênfase lucana na atuação do Espírito Santo, que ungiu e capacitou Jesus para Seu ministério (Lucas 4:1, 14, 18), e a promessa da Sua vinda para os discípulos (Lucas 24:49) ressoa profundamente com a doutrina pentecostal da atualidade dos dons do Espírito Santo e da necessidade de ser cheio do Espírito para a vida cristã e o testemunho eficaz. A oração constante de Jesus e Seus ensinamentos sobre ela (Lucas 11:1-13) exortam os crentes à comunhão íntima com Deus. A preocupação de Jesus com os pobres, os enfermos e os excluídos nos impulsiona à prática da caridade e da misericórdia, vivendo uma fé que se manifesta em amor ao próximo. As parábolas e ensinamentos de Lucas chamam os crentes à santificação contínua, ao arrependimento genuíno e a uma vida de discipulado integral, preparando-nos para a Vinda do Senhor. A universalidade da salvação apresentada em Lucas motiva a Igreja a levar a mensagem do Evangelho a todas as nações e pessoas.

Autorias, datas e destinatários
A autoria do Evangelho de Lucas é tradicionalmente atribuída a Lucas, o médico amado (Colossenses 4:14) e companheiro do apóstolo Paulo em suas viagens missionárias (Filémon 1:24, 2 Timóteo 4:11). Embora não tenha sido uma testemunha ocular direta dos eventos da vida de Jesus, Lucas pesquisou cuidadosamente e compilou seu relato a partir de testemunhas oculares e ministros da Palavra (Lucas 1:1-4). A data de sua composição é geralmente aceita entre 60 e 62 d.C., antes da destruição de Jerusalém em 70 d.C. e da execução de Paulo. O livro é explicitamente endereçado a 'excelentíssimo Teófilo', possivelmente um oficial romano ou um amigo proeminente que buscava uma instrução mais sólida e comprovada sobre Jesus. Contudo, o público-alvo abrangia todos os crentes e interessados na verdade do Evangelho, com uma sensibilidade particular aos gentios.

Curiosidades
Lucas é o único autor gentio do Novo Testamento.
O Evangelho de Lucas, junto com o livro de Atos, é a obra de dois volumes mais extensa do Novo Testamento, representando aproximadamente 27,5% de todo o seu conteúdo.
Este evangelho contém mais parábolas de Jesus (cerca de 28) do que qualquer outro, e muitas delas são exclusivas de Lucas, como a do Bom Samaritano, do Filho Pródigo e do Rico e Lázaro.
Lucas é o único evangelista a relatar detalhes da infância de Jesus e João Batista, incluindo os cânticos de Maria (Magnificat), Zacarias (Benedictus) e Simeão (Nunc Dimittis).
A ênfase na oração é notável em Lucas, que registra mais vezes as orações de Jesus e Seus ensinamentos sobre a oração do que os outros evangelhos sinóticos.

Atenção! Este estudo está em fase de testes, e foi gerado através de uma análise profunda e cautelosa da doutrina e ensinamentos da CCB com auxílio de nossa inteligência artificial. Em caso de dúvidas nos envie um email e caso necessário confira as informações!




Temas de Hoje


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Estudos de Hoje


Salmos, capítulo 40
Deus ouve a alma paciente: a obediência é melhor do que o sacrifício; o salmista faz oração a Deus para que o livre dos males (Salmo de Davi para o cantor-mor)

O Salmo 40 é um salmo de Davi que transita da ação de graças pelo livramento divino para a súplica por socorro contínuo. O texto celebra a fidelidade de Deus em ouvir o clamor de seu servo, estabelece a superioridade do sacrifício de obediência sobre os rituais cerimoniais e termina com um apelo à misericórdia diante das tribulações que o cercam.

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2 Aos Coríntios, capítulo 11
Os falsos apóstolos

O capítulo 11 de 2 Coríntios apresenta a defesa apostólica de Paulo diante dos falsos apóstolos que perturbavam a igreja. O apóstolo defende sua autoridade ministerial, não por soberba, mas por zelo zeloso pela pureza da fé e pela fidelidade dos crentes à simplicidade do evangelho de Cristo, expondo o perigo dos obreiros fraudulentos.

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