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Velho Testamento

Novo Testamento


Sobre os montes altos e levantados pões a tua cama; e a eles sobes para oferecer sacrifícios.
Então abriu-lhes o entendimento para compreenderem as Escrituras.

|Isaías 57:7|

|Lucas 24:45|

E dos cantos de todo o povo se apresentaram de todas as tribos de Israel na congregação do povo de Deus quatrocentos mil homens de pé que arrancavam a espada.
Mas, se alguém quiser ser contencioso, nós não temos tal costume, nem as igrejas de Deus.

|Juízes 20:2|

|1 Aos Coríntios 11:16|

Também levantarei as minhas mãos para os teus mandamentos, que amo, e meditarei nos teus estatutos.
Armando-lhe ciladas, a fim de apanharem da sua boca alguma coisa para o acusarem.

|Salmos 119:48|

|Lucas 11:54|






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Ezequiel


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  • Índice / Títulos
  • Estudo do Livro

1.1 -

A primeira visão dos querubins

2.1 -

A vocação de Ezequiel. Visão do rolo de livro

3.1 -

...

3.16 -

O atalaia de Israel.

4.1 -

Predição do cerco de Jerusalém

5.1 -

...

6.1 -

Profecia contra os montes de Israel

7.1 -

O fim vem! O fim vem!

8.1 -

As abominações no santuário

9.1 -

Os castigos de Jerusalém

10.1 -

A segunda visão dos querubins

11.1 -

O juízo de Deus contra os chefes do povo

12.1 -

A mudança para fora do muro é o símbolo do cativeiro da dispersão

12.21 -

Profecia contra os falsos profetas.

13.1 -

...

14.1 -

O castigo dos idólatras

14.12 -

A justiça dos castigos de Deus.

15.1 -

O pau inútil da videira

16.1 -

A meretriz e as abominações de Jerusalém

17.1 -

A parábola das duas águias e da videira

18.1 -

A responsabilidade é pessoal

19.1 -

O lamento da leoa; a parábola da videira

20.1 -

As abominações da casa de Israel depois do êxodo

21.1 -

A espada do Senhor

22.1 -

As abominações de Jerusalém

23.1 -

Oolá, as duas meretrizes

24.1 -

A parábola da panela

24.15 -

Predição da ruína de Jerusalém.

25.1 -

Profecia contra Amom

25.8 -

Profecias contra Moabe.

25.12 -

Profecia contra Edom.

25.15 -

Profecia contra os filisteus.

26.1 -

Profecia contra Tiro

27.1 -

A lamentação sobre Tiro

28.1 -

Profecia contra o rei de Tiro

28.11 -

Lamentação sobre o rei de Tiro.

28.20 -

Profecia contra Sidom.

29.1 -

Profecia contra o Egito

30.1 -

Outra profecia contra o Egito e contra Faraó

31.1 -

Outra profecia contra Faraó, rei do Egito

32.1 -

Lamentação sobre Faraó, rei do Egito

32.17 -

Lamentação sobre o Egito.

33.1 -

O ofício do verdadeiro profeta

33.21 -

O castigo de Israel por causa da sua presunção.

34.1 -

Profecia contra os pastores os infiéis de Israel

35.1 -

Profecia contra o monte de Seir

36.1 -

Profecia feita aos montes de Israel

36.16 -

A restauração de Israel.

37.1 -

A visão dum vale de ossos secos

38.1 -

Profecia contra Gogue

39.1 -

...

40.1 -

A restauração do templo os átrios e os vestíbulos

41.1 -

A restauração do templo: o santuário

42.1 -

A restauração do templo: as câmaras santas

43.1 -

A restauração do templo: a glória do Senhor

43.10 -

A restauração do templo: o altar dos holocaustos.

44.1 -

A restauração do templo: reformas no ministério do santuário

45.1 -

A repartição da terra: o lugar santo

46.1 -

...

47.1 -

A torrente das águas purificadoras

47.13 -

As fronteiras da terra de Israel.

48.1 -

Os termos das doze tribos
Preparando estudo

Introdução
Ezequiel é um dos grandes profetas do Antigo Testamento, atuando durante o exílio babilônico. Seu livro é uma poderosa mensagem de juízo contra a idolatria e a infidelidade de Israel e das nações, mas também uma vívida promessa de restauração, renovação espiritual e o retorno da glória de Deus. Ele ressalta a soberania divina, a santidade de Deus e a necessidade de um coração novo, preparando o terreno para a Nova Aliança. O livro estabelece a inerrância da Palavra de Deus e a certeza de Seu cumprimento, tanto no juízo quanto na salvação, contribuindo para a compreensão da história da redenção e da atuação contínua do Espírito Santo.

Contexto histórico e cultural
O contexto é o período sombrio do exílio babilônico. Após a primeira deportação (605 a.C.) e a segunda (597 a.C.), a nação de Judá estava desolada, e o Templo em Jerusalém seria destruído em 586 a.C., evento este previsto por Ezequiel. Os exilados viviam em um ambiente pagão e idolátrico na Babilônia, muitos perdendo a esperança, questionando a fidelidade de Deus e Sua capacidade de restaurá-los. Havia também falsos profetas que prometiam um retorno rápido e paz, nutrindo uma esperança irrealista. Ezequiel profetizou em meio a esse ceticismo e desespero, confrontando a idolatria persistente mesmo no exílio e a falsa segurança, ao mesmo tempo em que oferecia uma mensagem de renovação e uma promessa futura de restauração nacional e espiritual por intervenção divina.

Estrutura e Temas
O livro de Ezequiel pode ser dividido em três seções principais: Juízo sobre Judá e Jerusalém (Cap. 1-24), onde o profeta descreve as abominações do povo, o abandono da glória de Deus e a inevitabilidade da destruição. Profecias contra as Nações Circunvizinhas (Cap. 25-32), demonstrando a soberania de Deus sobre todas as nações e Sua justiça universal. E Promessas de Restauração para Israel (Cap. 33-48), onde a ênfase muda para a esperança, a renovação espiritual, a aliança de paz, a visão do vale de ossos secos e a visão do Novo Templo e da Nova Jerusalém. Os temas dominantes incluem a glória de Deus (Kabod) que se afasta e retorna, a santidade e soberania divinas, o pecado e a responsabilidade individual, o juízo inevitável, a renovação espiritual pelo Espírito Santo, a aliança de paz e a presença restaurada de Deus entre o Seu povo.

Interpretação e Aplicação
Na perspectiva pentecostal clássica da Congregação Cristã no Brasil, Ezequiel ressoa profundamente com a atualidade da obra do Espírito Santo e a soberania inquestionável de Deus. A visão do vale de ossos secos (Cap. 37) é uma poderosa tipologia do avivamento espiritual e da capacidade do Espírito Santo de trazer vida onde há morte espiritual, tanto para indivíduos que se arrependem e nascem de novo quanto para a igreja, que é vivificada e fortalecida pela Sua presença. A glória de Deus, que se manifestava no Antigo Testamento, é hoje experimentada por meio da presença e operação do Espírito Santo na vida dos crentes e na congregação, capacitando para uma vida santa e para o testemunho. O livro convida à santificação, à vigilância contra a idolatria (em suas diversas formas modernas, como materialismo e egoísmo) e à responsabilidade pessoal perante Deus. A esperança de restauração aponta para a Nova Aliança em Cristo, a edificação da Igreja como templo espiritual, onde o Espírito habita, e a futura vinda do Reino de Deus em plenitude, onde a glória do Senhor preencherá toda a terra. É um chamado à submissão total à vontade divina, mesmo em tempos de adversidade, confiando na fidelidade de Deus para cumprir Suas promessas de salvação, renovação e restauração.

Autorias, datas e destinatários
O livro é atribuído ao profeta Ezequiel, um sacerdote levita do tempo do exílio babilônico. Ele foi levado cativo para a Babilônia na segunda deportação de Judá, em 597 a.C., juntamente com o rei Joaquim. Sua profecia abrange aproximadamente os anos 593 a 571 a.C., durante o período mais crítico do cativeiro. Os destinatários originais eram os judeus exilados na Babilônia, especificamente no assentamento de Tel-Abibe, próximo ao rio Quebar, bem como os remanescentes em Judá, buscando tanto o arrependimento quanto a esperança em meio ao desespero nacional.

Curiosidades
1. Ezequiel é o único livro profético que descreve detalhadamente a glória de Deus partindo do Templo em Jerusalém antes de sua destruição e, posteriormente, a visão de seu retorno para um novo templo, simbolizando a presença divina restaurada.
2. O profeta realizou diversas ações simbólicas dramáticas e muitas vezes bizarras por ordem divina, como deitar-se de lado por mais de um ano, rapar a barba e o cabelo para dividir em três partes e cozinhar alimentos com esterco, para ilustrar as aflições e o juízo sobre Israel.
3. A expressão "saberão que eu sou o Senhor" (ou variações semelhantes) aparece cerca de 70 vezes no livro, sublinhando o propósito de Deus em revelar Sua identidade e soberania por meio dos eventos profetizados.
4. Ezequiel foi um sacerdote, e sua formação é evidente nas detalhadas descrições do Templo, dos rituais e das ordenanças nos capítulos finais, que descrevem um templo futuro com grande precisão arquitetônica e litúrgica.
5. A visão do vale de ossos secos (Cap. 37) é uma das passagens mais vívidas e icônicas de toda a Bíblia, simbolizando a ressurreição nacional de Israel e, espiritualmente, a capacidade do Espírito Santo de trazer vida e esperança a situações de total desesperança.

Atenção! Este estudo está em fase de testes, e foi gerado através de uma análise profunda e cautelosa da doutrina e ensinamentos da CCB com auxílio de nossa inteligência artificial. Em caso de dúvidas nos envie um email e caso necessário confira as informações!




Temas de Hoje


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Estudos de Hoje


Salmos, capítulo 140
O salmista ora para que seja livre de inimigos potentes e injustos (Salmo de Davi para o cantor-mor)

O Salmo 140 é uma súplica individual de Davi a Deus, clamando por livramento diante de perseguidores violentos, traiçoeiros e perversos. O salmista descreve o caráter daqueles que planejam o mal, pedindo que o Senhor frustre os desígnios dos ímpios e faça justiça, reafirmando sua confiança total na proteção divina.

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Apocalipse, capítulo 3
Quinta carta, à igreja de Sardo

O capítulo 3 de Apocalipse encerra a série das sete cartas enviadas às igrejas da Ásia Menor, endereçadas a Sardes, Filadélfia e Laodiceia. Este capítulo destaca o estado espiritual dessas congregações, variando da mornidão e hipocrisia à fidelidade provada, servindo como uma advertência solene para a vigilância e a perseverança da Igreja até a volta de Cristo.

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