"Então respondeu Labão e disse a Jacó Estas filhas são minhas filhas e estes filhos são meus filhos e este rebanho é o meu rebanho e tudo o que vês meu é e que farei hoje a estas minhas filhas ou aos filhos que tiveram"
Textus Receptus
"E Labão respondeu e disse a Jacó: Estas filhas são minhas filhas, e estes filhos são meus filhos, e esse rebanho é meu rebanho, e tudo o que tu vês é meu. E o que eu posso fazer hoje a essas minhas filhas, ou aos seus filhos que elas geraram?"
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Palavra
Qtd. V.T.
Qtd. N.T.
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Texto Central
Labão confronta Jacó reivindicando a propriedade de tudo o que este possui, revelando uma postura de ganância e possessividade que ignora o pacto divino sobre a vida do seu genro.
Explicação Histórica
O uso repetitivo do pronome possessivo de primeira pessoa 'meu' (meus filhos, meu rebanho, meu é) enfatiza a visão materialista de Labão, que não reconhece a bênção de Deus sobre o trabalho de Jacó, tratando seres humanos e bens como simples ativos de sua própria propriedade.
Interpretação Doutrinária
A narrativa ilustra que, enquanto o homem carnal reivindica autoridade e posse, Deus é quem abençoa e multiplica o seu povo, confirmando que a prosperidade de Jacó era fruto do cuidado divino e não da generosidade de Labão.
Aplicação Prática
O cristão deve confiar que Deus é o verdadeiro provedor e que, mesmo diante de opressão ou reivindicações injustas, a bênção do Senhor sobre a vida dos que o servem é soberana e permanente.
Precauções de Leitura
Deve-se evitar interpretar a fala de Labão como uma verdade bíblica, pois o texto registra o pensamento do opressor; a Bíblia relata o fato para demonstrar a injustiça que Deus posteriormente julgou.