"No ano trinta e sete de Joás rei de Judá começou a reinar Jeoás filho de Joacaz sobre Israel em Samaria e reinou dezesseis anos"
Textus Receptus
"No trigésimo sétimo ano de Joás, rei de Judá, começou Jeoás, o filho de Jeoacaz, a reinar sobre Israel em Samaria, ereinou por dezesseis anos. "
89%
Dicionário
Sem referências para este versículo
Palavra
Qtd. V.T.
Qtd. N.T.
Pesquisar
Preparando estudo
Texto Central
Este versículo registra o início e a duração do reinado de Jeoás, filho de Joacaz, sobre o Reino do Norte (Israel) em Samaria, sincronizando-o com o reinado de Joás de Judá.
Explicação Histórica
A expressão 'No ano trinta e sete de Joás, rei de Judá' estabelece uma sincronia cronológica entre os reinos de Israel e Judá, uma prática comum nos livros de Reis para organizar a história. 'Jeoás, filho de Joacaz' identifica o novo monarca do Reino do Norte. 'Samaria' era a capital de Israel. A declaração 'e reinou dezesseis anos' conclui o registro básico de sua ascensão ao trono e a extensão de seu governo.
Interpretação Doutrinária
A precisão histórica e cronológica deste registro bíblico reforça a inerrância e a fidedignidade da Palavra de Deus. Embora um versículo meramente factual, ele se insere numa narrativa maior que demonstra a soberania divina sobre a história e os governantes, e como Deus age mesmo em meio à desobediência humana, um princípio fundamental para a compreensão da providência divina na teologia pentecostal.
Aplicação Prática
A vida do cristão deve ser vivida com a consciência de que Deus registra os tempos e os feitos dos homens. Este registro histórico nos lembra da importância de cada período de liderança ou responsabilidade, chamando à fidelidade e à busca incessante pela santidade e obediência à vontade de Deus, a fim de que nossos anos sirvam ao propósito eterno do Senhor.
Precauções de Leitura
É fundamental não isolar este versículo como uma declaração teológica independente, mas compreendê-lo como parte integrante da narrativa histórica e da mensagem profética do livro de 2 Reis. Não se deve buscar significados alegóricos ou proféticos em dados puramente cronológicos e históricos, evitando interpretações que desvirtuem o propósito documental do texto.