"(Para o que Hirão rei de Tiro trouxera a Salomão madeira de cedro e de faia e ouro segundo todo o seu desejo) Então deu o rei Salomão a Hirão vinte cidades na terra de Galileia"
Textus Receptus
"(ora, Hirão, o rei de Tiro havia fornecido a Salomão as árvores de cedro e de cipreste, e ouro, segundo todo o seu desejo), que, então, o rei Salomão deu a Hirão vinte cidades na terra da Galileia. "
O versículo narra o pagamento de uma dívida de Salomão a Hirão, rei de Tiro, através da cessão de vinte cidades na região da Galileia.
Explicação Histórica
O termo 'cedro e faia' (ou cipreste) refere-se aos materiais nobres importados para o Templo, enquanto a menção às 'vinte cidades' ilustra uma transação econômica de compensação por dívida de construção, situada geograficamente na terra de 'Cabul' ou região fronteiriça da Galileia.
Interpretação Doutrinária
A narrativa ressalta que, embora Salomão fosse o homem mais sábio, decisões administrativas que cediam terras destinadas ao povo de Deus a estrangeiros continham falhas humanas. A doutrina pentecostal enfatiza que o serviço a Deus (o Templo) exige zelo não apenas na construção física, mas na manutenção da integridade da herança e da santidade do povo eleito.
Aplicação Prática
O cristão deve aprender que o sucesso e a abundância não o isentam da necessidade de vigilância espiritual e da manutenção de princípios piedosos em todas as suas negociações e decisões administrativas.
Precauções de Leitura
Deve-se evitar interpretar este versículo como uma aprovação divina da transação de Salomão; o contexto posterior nos versículos 12 e 13 mostra o descontentamento de Hirão, evidenciando que as decisões humanas de Salomão nem sempre eram plenamente aprovadas ou bem-sucedidas.