"E respondendo o presidente disse-lhes Qual desses dois quereis vós que eu solte E eles disseram Barrabás"
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"O governador lhes respondeu, dizendo: Qual desses dois quereis vós que eu solte? E eles disseram: Barrabás."
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Texto Central
Pilatos perguntou à multidão qual dos dois prisioneiros, Jesus ou Barrabás, eles desejavam que fosse solto, e a multidão escolheu Barrabás.
Explicação Histórica
A expressão "respondendo o presidente" refere-se a Pôncio Pilatos que, em sua posição de autoridade, propôs à multidão a escolha. A pergunta "Qual desses dois quereis vós que eu solte?" demonstra sua tentativa de transferir a decisão e, possivelmente, libertar Jesus, que ele considerava inocente (Mateus 27:18). A resposta unânime "Barrabás" evidencia a influência dos líderes religiosos e a rejeição de Jesus pela multidão.
Interpretação Doutrinária
A escolha da multidão por Barrabás em detrimento de Jesus ilustra a condição pecaminosa da humanidade, que, em seu estado caído, muitas vezes rejeita a verdade e a justiça divinas. Este evento sublinha a doutrina da substituição vicária de Cristo, onde o Inocente (Jesus) é entregue à condenação para que o culpado (Barrabás, representando o pecador) pudesse ser libertado, consolidando a salvação pela graça através do sacrifício de Jesus Cristo (2 Coríntios 5:21). A recusa de Jesus como Salvador exige arrependimento e fé para a aceitação da salvação.
Aplicação Prática
O cristão é constantemente confrontado com a necessidade de escolher entre os valores de Cristo e as tentações do mundo. Assim como a multidão, cada indivíduo deve fazer uma escolha consciente e deliberada por Jesus Cristo, arrependendo-se de seus pecados e buscando uma vida de santificação, aceitando-O como único Senhor e Salvador.
Precauções de Leitura
É fundamental não isolar este versículo para atribuir culpa exclusiva a qualquer grupo étnico pela morte de Cristo. Em vez disso, deve-se compreender que a rejeição de Jesus reflete a universalidade do pecado humano. A interpretação deve focar na responsabilidade individual de escolher a salvação em Cristo e na centralidade de Seu sacrifício redentor para toda a humanidade.