"E o ouriço cacheiro e o lagarto e a lagartixa e a lesma e a toupeira"
Textus Receptus
"e o ouriço, e o camaleão, e a lagartixa, e o caracol, e a toupeira. "
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Sem referências para este versículo
Palavra
Qtd. V.T.
Qtd. N.T.
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Texto Central
Este versículo lista vários animais rastejantes que são considerados impuros para o consumo humano segundo a lei mosaica.
Explicação Histórica
O texto lista quatro criaturas (em algumas traduções e hebraísmos podem variar ligeiramente): 'jimme' (ouriço cacheiro ou furão), 'chômet' (lagarto ou camaleão), 'le'tā' (lagartixa) e 'tannâ' (lesma ou salamandra). A 'chôpher' (toupeira) é adicionada em algumas listas. A palavra hebraica 'sherets' (usada em versículos anteriores e posteriores para descrever esses animais) refere-se a 'mover-se ou rastejar', indicando criaturas pequenas que se movem perto do chão.
Interpretação Doutrinária
As leis de pureza em Levítico, incluindo a proibição de comer certos animais, não eram meramente regras de saúde, mas serviam para santificar Israel, separando-o das nações pagãs e apontando para a necessidade de pureza espiritual. A distinção entre puro e impuro ensina sobre a santidade de Deus e a pecaminosidade humana, que requer redenção. Embora a lei cerimonial tenha sido cumprida em Cristo, o princípio de santidade e separação do pecado permanece.
Aplicação Prática
A proibição de comer esses animais não é mais aplicável aos cristãos sob a Nova Aliança (Atos 10:15), mas o princípio de santidade e pureza em todas as áreas da vida, incluindo aquilo que consumimos e com o que nos associamos, é fundamental. Devemos buscar viver de forma que honre a Deus, separando-nos das práticas pecaminosas do mundo.
Precauções de Leitura
É um erro interpretar que a proibição de comer estes animais se aplica aos cristãos hoje como uma regra dietética. O foco principal da passagem é a santidade e a obediência a Deus, e a aplicação moderna deve ser espiritual, não literal.