"E Zelá Elefe e Jebus (esta é Jerusalém) Gibeá e Quiriate catorze cidades com as suas aldeias esta é a herança dos filhos de Benjamim segundo as suas famílias"
Textus Receptus
"e Zela, e Elefe, e Jebus, que é Jerusalém, Gibeá, e Quiriate: catorze cidades com as suas aldeias. Esta é a herança dos filhos de Benjamim, segundo as suas famílias."
O versículo lista as cidades e aldeias atribuídas à tribo de Benjamim, especificamente mencionando que Jebus é a antiga Jerusalém, consolidando a herança desta tribo.
Explicação Histórica
A passagem enumera cidades importantes concedidas a Benjamim. A identificação de Jebus como Jerusalém (que significa 'fundação de paz' ou 'cidade de paz') é crucial, pois aponta para a futura proeminência da cidade. A frase 'segundo as suas famílias' indica que a distribuição foi feita com base nas linhagens e clãs dentro da tribo de Benjamim.
Interpretação Doutrinária
Este relato reforça a fidelidade de Deus em cumprir Sua promessa de dar terra a Israel, cumprindo o que foi ordenado por meio de Josué. A distribuição organizada da terra demonstra a ordem divina e a importância de cada tribo em seu lugar designado no plano de Deus. A menção a Jerusalém, mesmo em sua forma primitiva, prefigura o lugar central que a cidade teria na adoração e na história de Israel.
Aplicação Prática
A fidelidade de Deus na distribuição da terra aos filhos de Israel serve como um lembrete da Sua provisão e promessas para Seus filhos hoje. Devemos confiar que Deus nos designará nosso lugar e propósito no Seu Reino, e buscar viver santamente dentro da Sua vontade e ordem.
Precauções de Leitura
É importante não interpretar este versículo como uma justificativa para reivindicações territoriais modernas baseadas em antigas posses tribais, nem para isolar a história de Benjamim do contexto maior da aliança de Deus com toda a nação de Israel.