"Também a asa do outro querubim era de cinco côvados e tocava na parede da casa era também a outra asa de cinco côvados e estava pegada à asa do outro querubim"
Textus Receptus
"E a asa do outro querubim era de cinco côvados, alcançando a parede da casa; e a outra asa também era de cinco côvados, unindo-se à outra asa do querubim. "
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Qtd. V.T.
Qtd. N.T.
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Texto Central
Este versículo descreve a dimensão e a posição das asas de um dos querubins no Templo, indicando que suas asas se estendiam até as paredes internas e tocavam nas asas do outro querubim.
Explicação Histórica
O termo 'côvados' (heb. 'ammah') é uma antiga unidade de medida linear, aproximadamente o comprimento do antebraço, variando historicamente. As 'asas' (heb. 'kanaph') referem-se às plumas ou extensões. A descrição de uma asa tocando a parede e a outra tocando o outro querubim sugere um espaço central coberto por essas asas, possivelmente sobre a Arca.
Interpretação Doutrinária
Os querubins, conforme a tradição judaico-cristã, são seres celestiais que guardam a santidade de Deus. No Templo, sua representação física e suas dimensões detalhadas simbolizam a presença divina e a majestade de Deus. A união e a cobertura das asas indicam a unidade e a proteção divina, refletindo a soberania e o cuidado de Deus para com Seu povo.
Aplicação Prática
Devemos reconhecer a santidade de Deus e a Sua presença em nossas vidas, buscando viver de forma que honre a Sua santidade. A unidade simbolizada pelos querubins também nos chama a viver em comunhão e harmonia uns com os outros, como um reflexo do corpo de Cristo.
Precauções de Leitura
Evitar interpretações místicas ou especulativas sobre a forma exata ou o significado esotérico dos querubins. O foco deve ser no simbolismo teológico dentro do contexto da adoração e da presença divina, e não em detalhes físicos isolados.